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	<title>Arquivos Notícias - Antun Advogados Associados</title>
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	<title>Arquivos Notícias - Antun Advogados Associados</title>
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	<item>
		<title>Os limites do uso dos RIFs na persecução penal, à luz da decisão liminar no RE 1.537.165/SP</title>
		<link>https://antun.com.br/os-limites-do-uso-dos-rifs-na-persecucao-penal-a-luz-da-decisao-liminar-no-re-1-537-165-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jéssica Almendro Os Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), vêm assumindo papel cada vez mais relevante entre<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Jéssica Almendro</strong></p>
<p>Os Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), vêm assumindo papel cada vez mais relevante entre os instrumentos investigativos utilizados pelas autoridades, especialmente no enfrentamento de crimes econômicos, pois permitem identificar operações atípicas, que podem conter indícios de crimes, e comunicar tais ocorrências aos órgãos competentes.</p>
<p>Nesse contexto, foi a partir do Tema 990 do Supremo Tribunal Federal, que prevê a possibilidade de compartilhamento, com o Ministério Público ou com a Polícia Judiciária, para fins penais, de dados bancários e fiscais obtidos, respectivamente, pelo COAF e pela Receita Federal, no exercício regular de sua atividade fiscalizatória, independentemente de prévia autorização judicial, que esse instrumento passou a ser ainda mais amplamente utilizado.</p>
<p>A Corte firmou entendimento no sentido de que tal compartilhamento é constitucional, desde que observadas determinadas garantias. Todavia, a matéria passou a ser objeto de divergências, no âmbito dos tribunais superiores, revelando a existência de diferentes interpretações acerca dos limites e condições para o compartilhamento dessas informações, conforme destacado em <a href="https://antun.com.br/compartilhamento-de-informacoes-entre-os-orgaos-de-inteligencia-e-os-orgaos-de-persecucao-penal-a-aparente-antagonizacao-de-entendimento-entre-stf-e-stj/">artigo publicado em nosso boletim de janeiro de 2024</a>.</p>
<p>Dito isso, o debate acerca dos requisitos necessários para a obtenção de provas lícitas voltou à tona em razão do RE 1.537.165, diante da constatação de que relatórios de inteligência financeira (RIFs) vinham sendo utilizados de maneira desordenada, muitas vezes sem a prévia instauração de procedimento investigativo formal.</p>
<p>Verificou-se, nesse cenário, que determinados agentes públicos se valiam do acesso a esses relatórios para identificar pessoas físicas e jurídicas com movimentações financeiras expressivas e, a partir disso, dar início a apurações informais, à margem de qualquer estrutura procedimental mínima.</p>
<p>Por essa razão, inicialmente, a defesa, naquele caso, impetrou dois <em>Habeas Corpus</em> perante o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, ambos indeferidos. Diante disso, foi impetrado novo <em>Habeas Corpus</em> junto ao Superior Tribunal de Justiça, que, embora não o tenha conhecido, concedeu a ordem de ofício.</p>
<p>Na sequência, o Ministério Público Federal interpôs agravo, ao qual foi negado provimento. Em decorrência disso, manejou o Recurso Extraordinário, objeto do presente artigo, sob o argumento de que a interpretação conferida pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça — ao reconhecer a nulidade das provas obtidas e determinar o consequente trancamento do inquérito — teria violado o entendimento firmado no Tema 990. Sustentou-se que referido precedente não condiciona a licitude do compartilhamento de dados entre o COAF e as autoridades de persecução penal à prévia instauração formal de procedimento investigatório policial.</p>
<p>Foi reconhecida a repercussão geral da matéria no Tema 1.404. Na sequência, o relator determinou a suspensão, em âmbito nacional, de todos os processos pendentes que versem sobre a questão nele discutida, bem como a suspensão dos efeitos futuros das decisões já proferidas em desacordo com a autoridade do Tema 990. Determinou-se, ainda, a suspensão da prescrição da pretensão punitiva nos processos abrangidos pela ordem de suspensão.</p>
<p>Revela-se de suma importância submeter a presente discussão às autoridades competentes, tendo em vista que, com o passar do tempo, a utilização desses documentos passou a ocorrer de forma indiscriminada por diversas autoridades, conferindo à medida contornos de ilegalidade e arbitrariedade, diante da ausência do devido cuidado que tal conteúdo exige. Isso porque os referidos relatórios veiculam informações sigilosas e de natureza pessoal, razão pela qual devem observar, com rigor, as normas que regem o compartilhamento de dados sensíveis.</p>
<p>Essa banalização, muitas vezes, decorre da maior facilidade e celeridade na obtenção desse instrumento pelas autoridades, especialmente quando comparado à quebra de sigilo bancário, que demanda requerimento prévio devidamente fundamentado, apreciação judicial e, apenas após eventual deferimento, a expedição de ordem à instituição financeira para o envio da documentação.</p>
<p>Tal prática, descrita como verdadeiras “investigações de gaveta”, revela um desvirtuamento da finalidade dos instrumentos de inteligência financeira. Isso porque os dados obtidos passavam a ser empregados não como meio legítimo de persecução penal, mas como ferramenta de pressão, constrangimento e até extorsão, em manifesta afronta às garantias fundamentais.</p>
<p>Dessa forma, a utilização indevida dos RIFs, dissociada de um procedimento regular e de finalidade legítima, configura grave violação à intimidade financeira e ao direito à autodeterminação informacional dos indivíduos, comprometendo a legalidade e a legitimidade da atuação estatal.</p>
<p>Cumpre destacar a necessidade de se estabelecer e observar critérios claros para o intercâmbio dos RIFs. Isso porque tais relatórios são, em regra, sucintos e objetivos, limitando-se a apontar movimentações consideradas atípicas, sem, contudo, indicar diretamente a existência de indícios de crime, o que pode induzir os órgãos de persecução penal a equívocos interpretativos. A classificação de determinada movimentação como atípica decorre da aplicação de critérios objetivos previstos em regulamentação específica, servindo apenas como ponto de partida para eventual apuração, e não como prova de ilícito.</p>
<p>Ressalte-se, ainda, que o COAF não possui natureza de órgão persecutório, razão pela qual seus relatórios não estão imunes a falhas ou interpretações equivocadas. Nesse contexto, o uso indiscriminado dessas informações pode ensejar a chamada “<em>pesca probatória</em>”, prática vedada pelo ordenamento jurídico. A persecução penal deve, ao contrário, partir de um objeto previamente definido e devidamente delimitado, a fim de que a investigação se desenvolva de forma direcionada, legítima e compatível com as garantias fundamentais.</p>
<p>Diante desse contexto, em 27 de março de 2026, o Supremo Tribunal Federal ampliou a liminar anteriormente deferida nos autos do RE 1.537.165/SP. A decisão liminar não instituiu a exigência de prévia autorização judicial, mas estabeleceu novas diretrizes ao COAF, determinando que a disponibilização de informações e de relatórios de inteligência financeira (RIFs) passe a observar determinados requisitos:</p>
<ol>
<li>Existência de procedimento formal instaurado: exige-se a prévia instauração de Inquérito Policial, Procedimento Investigatório Criminal (PIC) do Ministério Público devidamente constituído ou, ainda, processo administrativo ou judicial de natureza sancionadora. O lastro documental deve estar formado anteriormente à formulação do pedido.</li>
<li>Identificação objetiva do investigado: é necessário que a portaria de instauração do inquérito indique formalmente a pessoa como investigada, com a devida delimitação da conduta atribuída.</li>
<li>Pertinência temática estrita: exige-se a demonstração de necessidade concreta e individualizada, sendo vedado o uso genérico, prospectivo ou meramente exploratório. O COAF não realiza essa verificação prévia, de modo que o controle ocorre a posteriori.</li>
<li>Vedação à <em>fishing expedition</em>: o RIF não pode constituir a primeira nem a única diligência do procedimento investigatório. Verificada a irregularidade, a prova deverá ser considerada inválida e desentranhada dos autos.</li>
<li>Submissão do Judiciário e das CPIs: juízes, bem como as Comissões Parlamentares de Inquérito, também devem observar integralmente os requisitos fixados na decisão, sem qualquer exceção.</li>
<li>Vedações expressas: o RIF não poderá ser usado em Verificação de Notícia de Fato (VNF), Verificação Preliminar de Informações (VPI), Verificação de Procedência da Informação (VPA), sindicâncias não punitivas e auditorias administrativas, ou, ainda, qualquer procedimento sem natureza penal ou administrativa.</li>
</ol>
<p>Embora se trate de medida liminar, essa possui eficácia imediata. O julgamento de mérito está previsto para o dia 14 de maio de 2026, ocasião em que deverá ser consolidado o entendimento definitivo da Corte acerca do Tema 1.404, que ainda suscita relevantes divergências no âmbito dos tribunais superiores.</p>
<p>A medida representa avanço significativo, pois a relativização do sigilo bancário deve estar amparada em indícios concretos previamente colhidos, capazes de justificar sua adoção e demonstrar sua imprescindibilidade para o prosseguimento da investigação.</p>
<p>A inversão dessa lógica — ao fundamentar a investigação em elemento preliminar e não técnico, desprovido de indícios mínimos de prática criminosa — revela-se problemática, na medida em que pode comprometer direitos e garantias fundamentais, ampliando indevidamente restrições que deveriam ser excepcionais.</p>
<p>É importante destacar que as movimentações realizadas em contas bancárias, ainda que pretéritas, deixam registros permanentes, passíveis de verificação por meio de extratos analíticos, como aqueles obtidos em hipóteses de quebra de sigilo bancário. Diante disso, mostra-se questionável o fornecimento de dados fiscais sem prévia autorização judicial, uma vez que tais informações permanecem disponíveis para análise e podem ser regularmente submetidas à apreciação fundamentada do magistrado, sem risco de perecimento com o decurso do tempo.</p>
<p>Conforme anteriormente mencionado, a medida possui aplicação imediata, de modo que a inobservância dos requisitos fixados em sede liminar acarreta a ilicitude da prova produzida. Nessa hipótese, os elementos obtidos em desconformidade com tais parâmetros devem ser desconsiderados, com o consequente desentranhamento dos autos, sem prejuízo da eventual contaminação das provas delas derivadas, nos termos da teoria dos frutos da árvore envenenada.</p>
<p>Ainda, cumpre relembrar que a necessidade de observância dos procedimentos legais e de delimitação, por meio de regras claras, para a solicitação de documentos essenciais ao deslinde das investigações não fragiliza o procedimento investigatório — ao contrário, constitui garantia de sua legitimidade. A inobservância dessas balizas pode comprometer a higidez da apuração, abrindo espaço para construções baseadas em premissas equivocadas ou inverídicas, com potenciais prejuízos ao investigado.</p>
<p>É justamente o respeito às diretrizes estabelecidas que assegura a veracidade, a confiabilidade e a validade jurídica das provas colhidas, conferindo segurança ao procedimento e resguardando sua aptidão para subsidiar decisões fundamentadas.</p>
<p>Diante do cenário exposto, verifica-se que a decisão liminar proferida no RE 1.537.165/SP representa um importante marco na delimitação dos contornos jurídicos para o compartilhamento e utilização dos Relatórios de Inteligência Financeira. Ao estabelecer critérios objetivos e reforçar a necessidade de vinculação a procedimentos formais previamente instaurados, o Supremo Tribunal Federal busca reequilibrar a relação entre eficiência investigativa e respeito às garantias fundamentais.</p>
<p>Longe de inviabilizar a atuação estatal, tais diretrizes conferem maior legitimidade à persecução penal, na medida em que afastam práticas arbitrárias, como investigações genéricas ou exploratórias, e asseguram que a relativização do sigilo financeiro ocorra apenas quando efetivamente essencial. Trata-se, portanto, de um avanço no sentido de qualificar a produção probatória e evitar nulidades que possam comprometer a própria finalidade do processo penal.</p>
<p>Nesse contexto, a consolidação do entendimento no julgamento de mérito do presente recurso será determinante para pacificar a controvérsia e orientar a atuação dos órgãos de investigação e controle. Até lá, a observância rigorosa dos parâmetros fixados na decisão liminar mostra-se imprescindível, não apenas para a validade das provas produzidas, mas também para a preservação do Estado de Direito e da confiança nas instituições.</p>
<hr />
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong>:</p>
<p>RE 1.537.165/SP, Relator(a): MINISTRO PRESIDENTE, Tribunal Pleno, julgado em 27-03-26. Disponível em &gt; <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/downloadPeca.asp?id=15385514544&amp;ext=.pdf">https://portal.stf.jus.br/processos/downloadPeca.asp?id=15385514544&amp;ext=.pdf</a></p>
<p>BRASIL. [Constituição (1988)]. <strong>Constituição da República Federativa do Brasil de 1988</strong>. Brasília, DF: Presidente da República, [2016]. Disponível em: &lt;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm</a>&gt;. Acesso em 10 abr. 2026.</p>
<p>RE 1.055.941/SP. Rel. Min. DIAS TOFFOLI, TRIBUNAL PLENO, julgado em 04/12/2019, DJe 06/10/2020. Disponível em: &lt; <a href="https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=755364496">https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=755364496</a>&gt;. Acesso em 10 abr. 2025.</p>
<p>NOGUEIRA, Thúlio Guilherme; GOMES JUNIOR, Neuler Mendes. <em>O precedente que nunca foi: limites do Tema 990 e a ampliação ilegítima via RCL 61.944</em>. Boletim IBCCRIM, São Paulo, v. 33, n. 390, maio 2025. Disponível em &gt;  <a href="https://zenodo.org/records/15262249">https://zenodo.org/records/15262249</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Análise Advocacia 2025: Antun Advogados é destaque em Direito Penal</title>
		<link>https://antun.com.br/analise-advocacia-2025-antun-advogados-e-destaque-em-direito-penal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 14:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Banca recebe reconhecimento na área penal e no setor de Telecomunicações; sócio Odel Antun está entre os mais admirados de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"> Banca recebe reconhecimento na área penal e no setor de Telecomunicações; sócio Odel Antun está entre os mais admirados de São Paulo</span></p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O Antun Advogados Associados figura entre os escritórios mais admirados do Brasil na publicação Análise Advocacia 2025, principal ranking do setor jurídico brasileiro. O reconhecimento veio pela atuação na área Penal, com destaque especial no setor de Telecomunicações.</span><span id="docs-internal-guid-e8d784c5-7fff-dda1-c7f3-9c88cb2555d1"></span></p>
<p dir="ltr" style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">O sócio Odel Antun está entre os advogados mais admirados do país na área Penal, no setor de Telecomunicações e entre os profissionais de São Paulo.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Antun Advogados Associados é destaque no Leaders League</title>
		<link>https://antun.com.br/antun-advogados-associados-e-destaque-no-leaders-league/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 19:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[Leaders League]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Antun Advogados Associados foi mais uma vez listados, pelo Leaders League Brasil, entre os escritórios de destaque na área do Direito Penal Empresarial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Antun Advogados Associados foi mais uma vez listados, pelo Leaders League Brasil, entre os escritórios de destaque na área do Direito Penal Empresarial, com menção especial aos nossos sócios Odel Antun e Alvaro Augusto Orione Souza. <a href="https://www.leadersleague.com/pt/firm/antun-advogados-associados" target="_blank" rel="noopener">Clique para conferir o nosso perfil completo</a>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-790" src="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-300x300.png 300w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-1024x1024.png 1024w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-150x150.png 150w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-768x768.png 768w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-146x146.png 146w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-50x50.png 50w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-75x75.png 75w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-85x85.png 85w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023-80x80.png 80w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2023/03/LL-2023.png 1080w" sizes="(max-width:767px) 300px, 300px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Odel Antun fala sobre crimes digitais em evento para investidores na Espanha</title>
		<link>https://antun.com.br/odel-antun-fala-sobre-crimes-digitais-em-evento-para-investidores-na-espanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 16:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Madrid Platform]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio Brasil-Espanha destacou a participação do Antun Advogados Associados em evento promovido pela Madrid Platform para falar sobre a estruturação de investimentos no Brasil, com enfoque no setor de tecnologia e startups.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio Brasil-Espanha (CCBE) destacou a participação do Antun Advogados Associados em evento promovido em maio pela Madrid Platform para falar sobre a estruturação de investimentos no Brasil, com enfoque no setor de tecnologia e startups.</p>
<p>Nosso sócio<strong> Odel Antun</strong> participou, com Cássia Monteiro, advogada e sócia do L.O. Baptista Advogados, de debate no painel “Cómo estructurar las inversiones en Brasil, con enfoque en Startups y Tecnologia”.</p>
<p><strong>Novo cenário criminal: crimes digitais<br />
</strong>Nas palavras do advogado Odel Antun, há um crescimento do mercado das startups, fintechs, digitalização de meios de pagamento… que também implicam em novos formatos criminais. Nesse cenário, estão sendo elaborados projetos de lei que regulamentam o mercado de criptomoedas, bem como uma parte criminal específica para crimes financeiros que envolvam ativos virtuais.</p>
<p>Segundo Antun, o Brasil terá mais avanços com a especificação de crimes no ambiente digital, como foco em fraudes digitais e proteção de dados. “O campo criminal tem que ser ampliado e adaptado aos diferentes crimes que surgem neste novo cenário”, afirma.</p>
<p>Leia mais no <a href="https://ccbe.es/sesion-pro-negocio-brasil/" target="_blank" rel="noopener">site da CCBE</a>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Odel Antun comenta portaria da PGFN que impõe novos procedimentos na esfera penal</title>
		<link>https://antun.com.br/odel-antun-comenta-portaria-da-pgfn-que-impoe-novos-procedimentos-na-esfera-penal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 13:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PGFN]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://antun.com.br/?p=605</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para Odel Antun, a presença da Fazenda Nacional como assistente de acusação desequilibra o processo penal, além de gerar desperdício de recurso público. “Teremos dois braços do mesmo Estado - o punitivo e o arrecadatório - contra um particular”, diz.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Bárbara Pombo para o <a href="https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2022/01/25/portaria-da-fazenda-nacional-impoe-novos-procedimentos-na-esfera-penal.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Valor Econômico</a></em></p>
<p><strong>Procurador da Fazenda poderá atuar como assistente de acusação nas ações relacionadas a crimes tributários e previdenciários</strong></p>
<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) estabeleceu que indícios de crime tributário ou previdenciário devem ser comunicados em até 60 dias à polícia e ao Ministério Público (MP). O prazo é contado a partir da ciência dos fatos ou do encerramento de investigações internas pela procuradoria.</p>
<p>O procedimento está previsto na Portaria PGFN nº 12.072, em vigor desde novembro e alvo de críticas por parte de advogados criminalistas.</p>
<p>Pela norma, a Fazenda Nacional ainda poderá recorrer da decisão do Ministério Público que arquivar o inquérito. Nesse caso, o questionamento será analisado internamente pelo próprio MP, com base em previsão do pacote anticrime (Lei nº 13.964, de 2019).</p>
<p>O pacote foi proposto pelo ex-juiz da Operação Lava-Jato Sergio Moro (Podemos), no período em que foi ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro. O dispositivo, contudo, está suspenso por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux.</p>
<p>O procurador da Fazenda Nacional ainda poderá, de acordo com a portaria, pedir para atuar como assistente de acusação nas ações penais relacionadas a crimes tributários e previdenciários, ou de “quaisquer outras ações penais que envolvam lesões causadas à Fazenda Nacional”.</p>
<p>O posto de assistente no processo penal é normalmente ocupado pela vítima ou por alguém que a representa. Essa figura atua como parte no caso &#8211; pode fazer perguntas a testemunhas e apresentar argumentos em recursos contra decisões, por exemplo.</p>
<p>Para o <strong>advogado criminalista Odel Antun</strong>, sócio do escritório que leva seu sobrenome, a presença da Fazenda Nacional como assistente de acusação desequilibra o processo penal, além de gerar desperdício de recurso público.</p>
<p>“Teremos dois braços do mesmo Estado &#8211; o punitivo e o arrecadatório &#8211; contra um particular”, diz o advogado. “A procuradoria percebeu que o que faz entrar dinheiro em caixa é pressão criminal”, acrescenta.</p>
<p>Em nota enviada ao Valor, a Fazenda Nacional afirma que a portaria estabeleceu procedimentos para uma atividade que sempre esteve inserida em suas atribuições e que, portanto, a novidade das regras é apenas do ponto de vista operacional.</p>
<p>“A PGFN participou, ao longo dos últimos anos, de diversas operações realizadas em parceria com os órgãos de persecução penal, em cooperação para o combate da sonegação fiscal e da fraude fiscal estruturada, com utilização de ‘laranjas’, de ‘empresas noteiras’, adoção de estratégias de ‘blindagem patrimonial’ e de ‘sucessões fraudulentas’”, diz o órgão.</p>
<p>Afirma ainda, na nota, que a função da Fazenda Nacional é representar a União na execução da dívida ativa, momento no qual já há constituição definitiva do crédito. “Portanto, as situações potencialmente criminosas, que são objeto da portaria, passam ao largo das discussões em torno da Súmula Vinculante nº 24, e tampouco contradizem o entendimento do STF sobre o assunto.”</p>
<p>O post <a href="https://antun.com.br/odel-antun-comenta-portaria-da-pgfn-que-impoe-novos-procedimentos-na-esfera-penal/">Odel Antun comenta portaria da PGFN que impõe novos procedimentos na esfera penal</a> apareceu primeiro em <a href="https://antun.com.br">Antun Advogados Associados</a>.</p>
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		<title>Antun Advogados Associados é, mais uma vez, um dos escritórios mais admirados na área Penal</title>
		<link>https://antun.com.br/antun-advogados-associados-e-mais-uma-vez-um-dos-escritorios-mais-admirados-na-area-penal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 23:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking Análise Advocacia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso sócio e fundador, Odel Antun, figura pela primeira vez entre os criminalistas de maior destaque do país no ranking da Análise Advocacia. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nosso sócio e fundador, <strong>Odel Antun</strong>, figura pela primeira vez entre os criminalistas de maior destaque do país no ranking da Análise Advocacia</em></p>
<hr />
<p>Pelo segundo ano consecutivo o <strong>Antun Advogados Associados</strong> faz parte do seleto grupo de escritórios de advocacia mais admirados do Brasil na área Penal, de acordo com a publicação<strong> Análise Advocacia 2021</strong>, lançada nesta quinta-feira, 18 de novembro. E o nosso sócio e fundador, <strong>Odel Antun</strong>, figura pela primeira vez entre os criminalistas de maior destaque do país.</p>
<p>É uma enorme satisfação receber esse reconhecimento, especialmente porque os rankings da Análise Editorial são fruto da votação direta dos executivos jurídicos das principais companhias do país.</p>
<p>Consulte o perfil completo do escritório na <strong><a href="https://analise.com/dna/perfil-do-escritorio/antun-advogados-associados-2004439">Análise Advocacia</a></strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-572 size-full" src="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking.png 1920w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-300x169.png 300w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-1024x576.png 1024w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-768x432.png 768w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-1536x864.png 1536w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-260x146.png 260w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-50x28.png 50w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-133x75.png 133w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Antun_site_ranking-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1920px) 100vw, 1920px" /></p>
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		<title>Antun Advogados Associados é um dos escritórios mais admirados do Brasil na publicação Análise Advocacia 500</title>
		<link>https://antun.com.br/antun-advogados-associados-esta-entre-os-escritorios-mais-admirados-do-brasil-na-publicacao-analise-advocacia-500/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 02:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Advocacia 500]]></category>
		<category><![CDATA[Análise Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com menos de um ano de atividade o Antun Advogados Associados está entre os escritórios especializados em Direito Penal mais admirados do Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com menos de um ano de atividade o Antun Advogados Associados está entre os escritórios especializados em Direito Penal mais admirados do Brasil segundo a edição 2020 da publicação Análise Advocacia 500, da Análise Editorial.</p>
<p>Segundo nosso sócio e fundador, Odel Antun, o reconhecimento é ainda mais especial neste ano atípico marcado pela pandemia. &#8220;Começamos a trabalhar neste ano logo antes do início da pandemia e a tarefa de construir um novo escritório, que já era desafiadora, tornou-se também imprevisível. Nosso empenho e o trabalho dedicado do meu sócio Alvaro Orione Souza e de toda a nossa equipe foi fundamental para não só vencermos o desafio, mas para sairmos melhores e mais fortes do outro lado. Agradeço aos nossos clientes e parceiros pela confiança&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo nosso sócio Alvaro Augusto Orione Souza, &#8220;o ano de 2020 foi um desafio atrás do outro para todos nós. Por isso é ainda mais gratificante receber esse reconhecimento ao lado do Odel Antun e da nossa equipe no Antun Advogados Associados&#8221;.</p>
<p><a href="https://analise.com/dna/perfil-do-escritorio/antun-advogados-associados-2004439" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui para consultar</a> o perfil completo do escritório na Análise Advocacia 500.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-297 size-full" src="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500.png 1920w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-300x169.png 300w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-1024x576.png 1024w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-768x432.png 768w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-1536x864.png 1536w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-260x146.png 260w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-50x28.png 50w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-133x75.png 133w, https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ADV-500-1200x675.png 1200w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1920px) 100vw, 1920px" /></p>
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		<title>STF publica acórdão do julgamento da criminalização do não pagamento do ICMS próprio (RHC 163.334)</title>
		<link>https://antun.com.br/stf-publica-acordao-do-julgamento-da-criminalizacao-do-nao-pagamento-do-icms-proprio-rhc-163-334/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 13:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Odel Antun]]></category>
		<category><![CDATA[SindiTelebrasil]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consulte, a seguir, a íntegra do acórdão do STF do julgamento da criminalização do não pagamento do ICMS próprio (RHC 163.334), caso em que nosso sócio Odel Antun representou o Sinditelebrasil em sustentação oral no Tribunal.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Consulte, a seguir, a íntegra do acórdão do STF do julgamento da criminalização do não pagamento do ICMS próprio (RHC 163.334), caso em que nosso sócio Odel Antun representou o Sinditelebrasil em sustentação oral no Tribunal.</p>
<a href="https://antun.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Acordao-STF-RHC-163334.pdf" class="pdfemb-viewer" style="width:600px;" data-width="600" data-height="max" data-toolbar="top" data-toolbar-fixed="on">Acordao STF - RHC 163334</a>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>E assista aqui a sustentação oral de Odel Antun no caso, em dezembro de 2019.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sustentação oral de Odel Antun no STF" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/oDD79HRlvYY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Odel Antun em live da OAB-SP: Criminalização do ICMS declarado e não recolhido</title>
		<link>https://antun.com.br/odel-antun-em-live-da-oab-sp-criminalizacao-do-icms-declarado-e-nao-recolhido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 23:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Leme]]></category>
		<category><![CDATA[Direito penal]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Penal Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Direito tributário]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[OAB-SP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Odel Antun, sócio e fundador do Antun Advogados Associados, conversa com Carolina Leme, Coordenadora Adjunta de Estudos em Direito e Processo Penal da Comissão de Graduação, Pós-Graduação e Pesquisa da OAB-SP, em live sobre a criminalização do ICMS declarado e não recolhido.</p>
<p>O post <a href="https://antun.com.br/odel-antun-em-live-da-oab-sp-criminalizacao-do-icms-declarado-e-nao-recolhido/">Odel Antun em live da OAB-SP: Criminalização do ICMS declarado e não recolhido</a> apareceu primeiro em <a href="https://antun.com.br">Antun Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Odel Antun, sócio e fundador do Antun Advogados Associados, conversa com Carolina Leme, Coordenadora Adjunta de Estudos em Direito e Processo Penal da Comissão de Graduação, Pós-Graduação e Pesquisa da OAB-SP, em live sobre a criminalização do ICMS declarado e não recolhido.</p>
<p>Assista a transmissão completa a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Odel Antun em live da OAB-SP: Criminalização do ICMS declarado e não recolhido" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/i5nTMvAmHX0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://antun.com.br/odel-antun-em-live-da-oab-sp-criminalizacao-do-icms-declarado-e-nao-recolhido/">Odel Antun em live da OAB-SP: Criminalização do ICMS declarado e não recolhido</a> apareceu primeiro em <a href="https://antun.com.br">Antun Advogados Associados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Debate: A criminalização do não recolhimento do ICMS</title>
		<link>https://antun.com.br/debate-a-criminalizacao-do-nao-recolhimento-do-icms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antun Advogados Associados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 13:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Penal Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Renault]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Igor Mauler]]></category>
		<category><![CDATA[OAB/RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Odel Antun]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Odel Antun participa de debate ao vivo sobre a criminalização do não recolhimento do ICMS em evento promovido pela ESA/RJ. Assista a transmissão completa no nosso canal no YouTube.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso sócio Odel Antun participou em 26/05 de debate ao vivo sobre a criminalização do não recolhimento do ICMS promovido pela ESA/RJ que contou também com Igor Mauler Santiago, doutor em Direito Tributario pela UFMG e membro da Comissão Tributária do CFOAB, e foi mediado por Felipe Renault, coordenador de Direito Tributário da ESA/RJ.</p>
<p>Assista o debate completo a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Debate: A criminalização do não recolhimento do ICMS" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/3IOE_iK4KIM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://antun.com.br/debate-a-criminalizacao-do-nao-recolhimento-do-icms/">Debate: A criminalização do não recolhimento do ICMS</a> apareceu primeiro em <a href="https://antun.com.br">Antun Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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